domingo, 31 de janeiro de 2010

10 dicas para começar sua empresa rapidamente

As dicas foram dadas por Tim Berry no seu blog Up and Running

Hoje quero estimulá-lo a sair do lugar, com uma ideia de como começar uma empresa rapidamente.

  1. Não espere que todos os sinais estejam verdes antes de pegar estrada.
  2. A empresa certa é aquela que combina quem você é com o que gosta de fazer. Sempre com um olho no que as pessoas precisam, querem e pagarão.
  3. No começo foque em entregar valor, ofereça algo que as pessoas queiram comprar.
  4. Não se perca nos detalhes; pense em direções, que caminho ir, sem escrever em pedra todos os passos.
  5. Grande erro: não ter todas as pessoas envolvidas na empresa sabendo quem faz o quê e quem é dono do quê. Tenha isso acertado por escrito e acertado em detalhes. Nunca subestime o valor de ter um documento escrito, em termos normais não-jurídicos, isso estabelece os acordos básicos para quem todos possam vê-los.
  6. Evite tentar oferecer o menor preço. Ofereça valor primeiro, então faça o preço. Ter um preço baixo para vender um alto volume exige muito capital.
  7. Encontre um bom advogado.
  8. O conceito mais importante de Marketing é focar em um mercado-alvo bem definido. Isso é especialmente importante no começo.
  9. Combine suas fraquezas e fortalezas. Faça o que você faz melhor.
  10. O segundo conceito mais importante de Marketing é saber quem não é seu mercado-alvo e o motivo para isso.

sábado, 30 de janeiro de 2010

Educação financeira: um estilo de vida


Educação financeira: um estilo de vidaUma pergunta frequentemente assola meu sono: por que será que, mesmo tão presente, o dinheiro[bb] ainda é um assunto rodeado de tabus, constantemente dominado por discussões vazias, moralistas e, embora reconhecido como fator preponderante para a felicidade e o sucesso familiar, tão mal administrado? A resposta óbvia é que é muito mais fácil (e prazeroso) gastar a poupar. A resposta mais precisa, no entanto, talvez envolva questões mais abrangentes.

Afinal de contas, educação financeira faz diferença?
Depois de alguns anos trabalhando fortemente esta questão, é meu dever afirmar categoricamente: SIM! Educação financeira faz muita diferença. O que nem sempre está claro para os consumidores é que não se trata de trabalhar apenas o aspecto financeiro, caracterizado por números, planilhas e contas. É fato que a maioria gasta mais do que ganha e não tem controle adequado. A comprovação surge através de pesquisas específicas e números constantemente divulgados pela mídia especializada. Veja, por exemplo, estes números de uma recente pesquisa realizada pela TeleCheque:

  • 64,22% dos entrevistados apontaram o descontrole financeiro como a principal causa para sua inadimplência;
  • 6,61% apontaram o ato de emprestar o nome como razão principal para o endividamento excessivo;
  • 3,34% afirmam estar em problemas por conta de erros dos bancos;
  • 2,98% têm no desemprego a questão crucial para o excesso de dívidas.

Outros indicadores podem ser visualizados em matéria do portal InfoMoney que traz os resultados desta pesquisa. A boa notícia, embora ela não possa ser comemorada, é que o brasileiro já reconhece que a culpa não é do sistema, mas de suas atitudes e decisões cotidianas em relação ao dinheiro[bb]. Assumir a responsabilidade é o primeiro passo, ótimo, mas como seguir em frente sem cair nas garras do apelo de inclusão social causado pelo exercício de possuir e demonstrar posses?

A insistência de nosso trabalho nos aspectos humano, familiar e relacionado ao trabalho tem como objetivo despertar nos brasileiros motivos suficientemente fortes para que ele se abram para mudanças de hábito e comportamento - que, claro, trazem consigo a aplicação e manutenção de ferramentas de apoio (orçamento, simuladores, planilhas, livros etc.). O problema não está no desejo de padrão de vida, mas no parâmetro pessoal e emocional que o leva a querer distinção.

A desinformação piora o cenário.
Soma-se ao aspecto pessoal o parco acesso a informações confiáveis, porém traduzidas e acessíveis, e o desinteresse pela mudança torna-se perigoso. Mudar, no sentido do planejamento, não parece opção, uma vez que envolve atributos e atitudes pessoais poucos valorizados, como objetivos definidos, leitura, disciplina, tolerância à frustração e autoestima. Pois é, o desafio é gigantesco.

Você sabia, por exemplo, que 82% dos brasileiros não sabem a taxa de juros dos empréstimos que tomam? Ou que 87% das famílias brasileiras não poupam para o futuro? As informações fazem parte de uma pesquisa sobre o tema realizada em 2007 pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Interessa mencionar que muitas famílias têm apenas o suficiente para a subsistência, mas é impossível não notar a migração de classes e o crescente aumento do poder de compra de nossa população.

Adote a educação financeira!
Se o trabalho e o destino nos reservam dias melhores, neles temos que projetar nossos sonhos e ambições. Lamentar o que passou, justificar o que não se verificou e apenas creditar ao acaso certas realizações só servem ao propósito cômodo de sustentar desculpas. Cumprir com os anseios futuros, no entanto, requer que a atenção seja dada ao momento presente, todos os dias, de forma intensa e inspiradora. Patrimônio e riqueza[bb]não podem ser comprados, só podem ser construídos.

Ora, se você (como muitos brasileiros) sabe que sua situação financeira não é confortável e que encontra-se assim por falta de controle, pare de adiar a responsabilidade de rever seus objetivos e conceitos em relação ao dinheiro ou de colocar a culpa na falta de tempo - a procrastinação é o elemento chave que sustenta a zona de conforto.

  • Experimente ousar mais no trabalho;
  • Tente aproveitar parte do seu tempo livre para ler mais;
  • Procure mais informações sobre os pontos fracos de seu planejamento;
  • Experimente ser voluntário em sua comunidade ou entre amigos que precisam de atenção. Só assim será possível compreender como o fator humano é essencial nas relações com todo e qualquer assunto.

Educação financeira é muito mais que baixar uma planilha ou anotar seus gastos. É ver nestas e em outras atitudes uma porta para a liberdade[bb], para a criação de riquezas pessoais (familares, espirituais, profissionais e materiais) e qualidade de vida. Porque, muito ou pouco, dinheiro todo mundo tem. A diferença está no que ele representa para você e sua família. Educação financeira é, em essência, parte de um estilo de vida. Porque dinheiro é bom e todo mundo gosta, mas nem todos são convincentes em explicar o porquê.

Crédito da foto para stock.xchng.


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Este artigo foi escrito por Conrado Navarro.
Educador financeiro, tem MBA em Finanças e é mestrando em Produção (Economia e Finanças) pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks), Navarro atingiu sua independência financeira antes dos 30 anos e adora motivar seus amigos e leitores a encarar o mesmo desafio. Ministra cursos de educação financeira e atua como consultor independente. No Twitter: twitter.com/Navarro
Este artigo apareceu originalmente no site Dinheirama.
A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso formulário de contato.

A pessoa que em 360 dias do ano acordar antes do amanhecer, não tem como não enriquecer sua família

um provérbio chinês muito interessante diz “A pessoa que em 360 dias do ano acordar antes do amanhecer, não tem como não enriquecer sua família”

;)

domingo, 24 de janeiro de 2010

Como fazer seu público te encontrar na internet?

Li a pouco tempo e achei muito interessante, só repassando. ;)



Como fazer seu público te encontrar na internet?

do Produzindo.net

No Brasil e no mundo, o número de internautas cresce a cada dia. Isso quer dizer que todos os dias novas pessoas ingressam em um mundo virtual que até então era desconhecido para eles. Podemos deduzir então que nem todos os internautas dominam a web, e é bem comum que eles comecem a utilizá-la aos poucos.

A primeira coisa que os novatos geralmente fazem é criar uma conta de e-mail para falar com parentes e amigos. Depois começam a entrar em alguns sites básicos, tal como sites de bancos e jornais. Logo após, passam a fazer buscas e entrar em outros sites. E assim, aos poucos, as pessoas vão conhecendo todo o potencial da internet.

“Certo, mas aonde você quer chegar com isso?”

É comum que muitos usuários acreditem que o ápice do seu aprendizado na internet é ter seu próprio site. Algumas vezes, pagam empresas para o fazerem bem bonito (e bem caro). Mas de que adianta você ter o site mais bonito do mundo digital, se ninguém souber que ele existe?

Nesse ponto, entra o conceito de encontrabilidade. Você disponibilizar o seu site nos lugares certos – e é assim que trabalham os planejamentos de marketing digital, distribuindo seus contatos em redes sociais, mecanismos de busca e outros.

Onde está o seu público? Vamos atrás deles!

É muito importante ter foco. Uma das grandes vantagens da internet é que ela segmenta as pessoas. Blogs e perfis no Twitter geralmente são temáticos, as pessoas se associam ao que é de seu interesse, por exemplo. Assim, fica mais fácil para você saber aonde encontrar o seu público de interesse.

Quer um exemplo bem simples? Pegue a Pizzaria York, que possui seis comunidades no Orkut sendo que uma delas já conta com mais de 9 mil integrantes. Caso a empresa não possuísse esses grupos, poderiam simplesmente ir na comunidade “Eu amo pizza” e abrir um tópico no fórum, a fim de atrair simpatizantes. De qualquer uma das formas, você terá conseguido reunir um público que tem interesse no seu produto. Agora você poderá trabalhar esse público de várias formas, que veremos no tópico a seguir.

Encontrou seu público? Fidelize-os!

Infelizmente a Pizzaria York ainda não pode receber pedidos de pizza via Messenger, Skype ou e-mail. Mas pode oferecer conteúdo relevante para os seus contatos. Um exemplo muito bom é a padaria Farinha Pura que avisa os seus seguidores no Twitter quando o pão está pronto e quentinho. Para se ter uma idéia do potencial da coisa, apenas nessa rede social a padaria já se relaciona com mais de mil pessoas.

Vivemos numa internet nova, diferente da que víamos há uns 10 anos atrás. Estamos na era da Web 2.0. Apesar do nome assustar um pouco, essa nova internet nada mais é do que uma “wikinternet”, ou seja, a internet colaborativa. As pessoas deixaram de apenas receber conteúdo para também disponibilizarem seus conhecimentos no mundo online. Para ficar mais fácil de entender, isso quer dizer que qualquer pessoa pode virar blogueiro, comentar em outros blogs e ser um “pequeno” formador de opinião entre os seus contatos. Isso pode ser uma boa forma de monitorar a imagem da sua empresa/produto diretamente com sue público de interesse. Se a Farinha Pura quiser saber o melhor horário para aprontar o seu pão, basta fazer uma perguntinha aos seus seguidores e monitorar esse feedback.

Seja encontrável e faça sucesso na web!

(créditos da imagem da capa para sxc.hu:xenxen)

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Quem é Gabriel Barboza?
Componentes: Seis semestres de Relações Públicas pela UFRGS; Assessoria de Comunicação da CAIXARS; Free Lances na área de produção de conteúdo e planejamento de comunicação; Ética. Recomendações: Utilize somente em casos de curiosidade e/ou dúvidas; aberto para receber pautas; Blog pessoal Tiro-Livre. Contra-indicação: Viciado em comunicação.